A indústria calçadista ainda não descobriu o Marketing Digital

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A indústria calçadista ainda não descobriu o Marketing Digital

O que Estados Unidos, Argentina, França e Paraguai têm em comum sobre a perspectiva do setor calçadista?

Esses países são grandes importadores de calçados brasileiros. São eles que se beneficiam de forma mais explícita do mercado calçadista sempre que o dólar sobe e, nos últimos anos, o período pós Natal vem marcando essa tendência. Além da desvalorização da moeda brasileira que faz o preço do produto nacional ficar mais baixo em dólares e, portanto, mais barato no mercado internacional, existe também uma constante crise política que se estende a mais de 3 anos.

Em janeiro de 2016, com a forte valorização do dólar frente ao real, a indústria brasileira de calçados apostou na retomada das vendas externas. Não apenas de calçados finalizados, mas também de componentes, pois não só os países da América Latina têm demanda. O México, que está começando a despontar, e a Ásia, que é o grande produtor de calçados do mundo são grandes importadores conhecidos. “Se somar Vietnã, Índia e China temos mais de 70% da produção mundial. Então é um grande mercado e vai continuar a ser por um bom tempo”, dá a dica Marcos Lélis, consultor de inteligência comercial da Assintecal (Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro Calçados e Artefatos).

Esse ano repetiu-se a fase de incentivo às exportações. Configurou-se até agora que os Estados Unidos foi o principal importador do Brasil durante o ano de 2016, resultando na compra de 13,24 milhões de pares, o que significa US$ 221,36 milhões em dinheiro e 15,4% a mais do que o acumulado de 2015.
Em seguida no ranking vem a vizinha Argentina (9,48 milhões de pares por US$ 111,6 milhões), a França (9 milhões de pares por US$ 56 milhões), o Paraguai (14,53 milhões de pares por US$ 47, 43 milhões) e em quinto lugar a Bolívia (6,36 milhões de pares por US$ 45, 46 milhões), a qual perdeu uma posição no ranking.

 Marketing Digital: resultados e mudança de postura

Como diz Diego Carmona, cofundador e CVO do leadlovers, sobre o advento da “era do cliente”, na qual predominam as preferências do cliente na interação entre consumidores e empresas, “o marketing digital se tornou um esforço mais complexo, multidisciplinar e multidepartamental“. As empresas atualmente precisam ser capazes de se envolver com os seus stakeholders e trazer essas interações de forma casada com seu posicionamento.

E se você pergunta se isso funciona, a resposta é sim! Para se ter uma ideia de como o Marketing Digital mudou o processo de compra. Praticamente basta dizer que, no passado, quase a totalidade de informações que poderíamos obter sobre produtos e serviços estava na mão das empresas que ofereciam essas soluções. Ou seja: para saber sobre um produto ou serviço, você tinha que ir até o vendedor, que provavelmente “puxaria a sardinha” para o lado da empresa em vez de fornecer informação isenta sobre as soluções.

By | 2017-06-05T15:10:29+00:00 junho 5th, 2017|Calçado|0 Comments

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Gerente de Marketing na Risa Comunicação & Marketing. Publicitário e Especialista em Gestão de Negócios formado pela Fundação Dom Cabral.

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